4.6.10
3.6.10
Marco...polo
há merdas para as quais já não tenho paciência.
não gosto de jogar ao ‘quente e frio’ com qualquer rapariga. tem de ser especial e ter aquele jeito diferente para me conseguir levar. quem tenta jogar sem conhecer o adversário - ou o parceiro, depende do ponto de vista - pode dar-se mal.
e já não tenho paciência para quem não percebe se quero ou não jogar ao ‘quente e frio’, ou se, pelo contrário, quero dois dedos de conversa, uma troca de olhares e um momento de prazer que se prolongue até ao nascer do Sol. ou então, se quero o pacote completo, as duas partes do filme, com o bom e o mau a alternarem. aquilo que já tive e deixei fugir.
29.5.10
28.5.10
Para ti é o quê??
um-do-li-tá! hoje és tu quem vou chatear.
se fosse em português do brasil tinha rimado e feito uma boa cantilena. talvez daqui a uns anos façam um novo acordo de vocabulário, que nos leve a mudar a pronúncia do português falado em Portugal ou em qualquer outra parte do Mundo. atenção, não sou contra a evolução, sou contra a uniformização. mas todos terão a sua razão. como em tudo na vida, todos terão a sua razão!
olho para ali e vejo uma laranja. olhas tu e vês uma tangerina. para mim é doce, para ti é azedo. para mim é certo, para ti é errado.
e depois? alguma vez vamos chegar a consenso?
não.
e depois? conseguirei mudar a tua forma de pensar para que fiquemos em acordo?
não.
e depois? o mundo vai ficar melhor?
não.
eu continuo a ver uma laranja, tu ainda dizes que é uma tangerina. para mim ainda é bom, para ti ainda é mau. e assim continuará.
ps - se calhar o texto não fez sentido. eu sei!
25.5.10
Oh tempo anda para a frente
chegará o dia em que conseguirás pensar nisso e não sofrer, ou não pensar que tudo poderia ter sido melhor. não te preocupes, pois o tempo tem a tendência de tornar certo o que parece errado. pelo menos nas nossas micro-vidas.
por agora, carrega o iPod de música que gostes, seja melancólica seja empolgante. deita-te no chão, de barriga para baixo, ou de olhos colados no tecto, a ouvir as notas saídas do vinil. vê filmes europeus, aconselho-te os alemães - são bons! vai à sessão da meia-noite de um qualquer cinema, compra um balde de pipocas e uma sumol de ananás. sai à rua e diverte-te.
chegará o dia em que conseguirás pensar nisso e sorrir, lembrar-te apenas dos momentos bons. por vezes, o tempo tem essa particularidade.
23.5.10
Vuvu quê?
que praga esta a das vuvuzelas! que praga!
e o pior é que está a alastrar-se cá pelo burgo!
e o pior é que está a alastrar-se cá pelo burgo!
22.5.10
Bandas Sonoras (27)
porque em português sabe melhor, e as palavras parecem ter significado mais sentido...
20.5.10
Desflorestação ou não?
uma personagem de uma das minhas séries favoritas dizia que gostava que as mulheres tivessem alguns pelos púbicos. gostava de se lembrar que estava a praticar sexo oral com uma adulta, justificava. continuava dizendo que não pedia nenhum matagal ao melhor estilo da Playboy anos 70, algo subtil.
mas cada vez se encontram mais opiniões a pedir uma limpeza geral na penugem da púbis. dizem que pode atrapalhar, que não gostam de pelitos, que assim é melhor à vista.
eu percebo as duas e aceito ambas. sim, gosto das duas opções. e continuo a concordar com a personagem: arbustos à anos 70, não obrigado. mas...e as senhoras como vêem este tema da geminação capilar nas zonas apetecidas no seu parceiro?
19.5.10
Junta-te ao grupo
não consigo entender o movimento massificado da criação de grupos no Facebook.
um dia destes criam 'tenho tesão, mais do que uma vez por dia', 'grupo de pessoas que respiram', 'grupo de pessoas que dorme', 'limpo o cu depois de cagar', 'grupo de pessoas que dorme'...
ok, teve piada ao início. não muita, só alguma. agora começa a ser chato.
'estou farto de quem cria e adere a grupos todos os dias'
post scriptum - os grupos estão ordenados por ordem decrescente de importância. primeiro a tusa, depois o respirar.
18.5.10
Vamos dormir?
deitado, sem conseguir dormir.
já é tarde e não durmo. viro e reviro-me na cama, os lençóis começam a fugir, as almofadas já fervem. o incómodo é cada vez maior, e contar ovelhas não ajuda. invariavelmente acabo a pensar no que não queria: em como fugiste e não voltaste, e aí o incómodo não pára de crescer. em como me excitavas e encontravas formas de me satisfazer, e aí o incómodo assume diferentes sensações, mas a excitação e a tumescência do membro também não me deixam acalmar e dormir.
definitivamente, não ajudas a resolver este problema. até porque se estivesses presente fisicamente, não me parece que fosse adormecer num instante ou depois de um qualquer passo de magia. por vezes é bom, por vezes é mau, mas tiras-me o sono!
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