enquanto for racional e a minha memória estiver funcional terei presente a ideia de não colocar espelhos no quarto. principalmente por cima da cama, ou em qualquer outra zona que a partir do colchão em que durmo consiga ver a minha imagem reflectida.
a possibilidade de ver as minhas expressões faciais no exacto momento em que chego ao ponto máximo de prazer é algo que, só de imaginar, faz encolher, retrair e retardar a chegada do momento orgásmico. esses jeitos faciais não serão algo bonito de se ver, em oposição a tudo o resto que nesse momento se estará a passar. homem algum deveria ter de ver as estranhas formas da máscara que utiliza nesses pedaços de tempo em que o corpo treme e se contrai.
mas pensado melhor, e visto por esse prisma... parece ser uma boa estratégia para maratonas!
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